Retirada da vesícula (colecistectomia) com cálculos, por técnica minimamente invasiva — pequenas incisões, menos dor e recuperação mais rápida. Indicação sempre definida em avaliação individual.
Dr. Rafael Melquiades · CRM-MG 85.449 · RQE 61.827
A vesícula armazena a bile, que ajuda na digestão das gorduras. Quando se formam cálculos (as "pedras"), ela pode inflamar e causar dor e complicações. É a chamada colelitíase.
Os sintomas mais comuns são dor no lado direito da barriga (embaixo das costelas), principalmente após refeições gordurosas, com náusea, má digestão e crises de cólica biliar. Um ultrassom simples costuma confirmar o diagnóstico.
Quando há cálculos com sintomas, a retirada da vesícula costuma ser o tratamento indicado — não existe remédio que dissolva as pedras de forma definitiva, e conviver com elas pode levar a complicações como colecistite e pancreatite.
A colecistectomia videolaparoscópica é a forma mais comum de retirar a vesícula: pequenas incisões, por onde passam a câmera e os instrumentos. A definição da via é sempre individual.
No lugar de um corte único e maior, pequenos acessos — menor agressão à parede abdominal e cicatrizes discretas.
A abordagem minimamente invasiva costuma cursar com menos dor e menor necessidade de analgésicos que a cirurgia aberta.
A internação costuma ser curta e muitos pacientes retornam em poucos dias às atividades leves, conforme orientação.
O organismo se adapta bem à ausência da vesícula. Com orientação, a maioria volta à alimentação habitual após a recuperação.
Ultrassom, exame físico e histórico definem a segurança e a melhor conduta para o seu caso antes de qualquer procedimento.
Retornos com o Dr. Rafael para acompanhar a cicatrização e orientar a alimentação e o retorno gradual às atividades.
Cirurgião geral com residência pela Santa Casa e atuação clínico-cirúrgica com técnicas minimamente invasivas. CRM-MG 85.449 · RQE 61.827.
Atuação em hospitais estruturados para cada complexidade, com segurança no pré, no trans e no pós-operatório.
Retirada da vesícula com técnica minimamente invasiva quando indicada, priorizando menos dor e recuperação mais rápida.
A cirurgia é indicada após avaliação clínica, exame de imagem e análise dos sintomas. Cada caso é avaliado individualmente.
Consulta de avaliação particular; o procedimento pode ocorrer por convênio na rede hospitalar. Confirme pela secretária.
Do ultrassom ao acompanhamento da cicatrização, o cuidado é conduzido pela mesma equipe, com retornos programados.
Quando as crises de vesícula começam a interferir na qualidade de vida, a cirurgia pode ser o caminho. Procure atendimento de urgência em caso de dor forte e persistente, febre, calafrios ou pele amarelada. Na dúvida, agende uma avaliação.
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